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Lutando contra câncer, Simony chora em entrevista para Domingo Especular: ‘Não saio da cama’

Em setembro, a cantora Simony, uma das vozes mais marcantes da música brasileira, foi a público trazer a notícia de que tinha recebido o diagnóstico de câncer após passar por um exame de colonoscopia

Em setembro, a cantora Simony, uma das vozes mais marcantes da música brasileira, foi a público trazer a notícia de que tinha recebido o diagnóstico de câncer após passar por um exame de colonoscopia. A notícia caiu como uma bomba para os seguidores da artista, que logo entraram em oração pela sua cura.

A partir disso, Simony vem publicando frequentemente os seus momentos de sua luta para tentar vencer o mais rápido possível a enfermidade que a acometeu através de suas redes sociais, onde ganha muito carinho e amor dos fãs.

Nesta última semana, Simony abriu o coração durante um bate-papo com o jornalista Roberto Cabrini, do Domingo Espetacular, na Rede Record. Para o entrevistador, a cantora chegou a chorar bastante enquanto falava sobre o sobre de saúde.

Simony revelou que Ryan Benelli, seu herdeiro mais velho, lhe ajudou a raspar o cabelo. A artista, que é uma das cantoras mais amadas do Brasil, não conseguiu segurar a emoção ao lembrar do momento em que se viu careca pela primeira vez.

Aí ele tirou. Chorou, eu chorei“, contou Simony. A cantora continuou falando sobre o sofrimento que tem passado para conseguir seguir detalhadamente o tratamento recomendado pelos profissionais da saúde que a acompanham.

Simony conta que existem certos momentos em que sequer consegue levantar da cama. “Hoje eu não choro mais. Não choro. Mas tem dias que eu não estou a fim de levantar, por exemplo. Tem dias que não saio da cama“, falou. Cabrini ainda vai mostrar no Domingo Espetacular como tem sido a rotina dos familiares de Simony diante da luta da cantora contra o câncer no pâncreas.

O câncer de pâncreas mais normal é do tipo adenocarcinoma (que se origina no tecido glandular), correspondendo a 90% das situações diagnosticadas. Grande parte dos casos afeta o lado direito do órgão (a cabeça). As outras regiões do pâncreas são corpo (centro) e cauda (lado esquerdo).

Pelo fato de ser de rara detecção e ter comportamento bastante agressivo, o câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortes, devido ao diagnóstico tardio. No nosso país, é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de falecimentos ocasionados pela doença. Raro antes dos 30 anos, se torna mais normal a partir dos 60.