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Um ano após a morte de Marília Mendonça, Polícia Civil faz revelações chocantes

As autoridades ainda estão investigando a causa do acidente

Antes do aniversário da morte de Marília Mendonça, a Polícia Civil de Minas Gerais anunciou nesta sexta-feira, 04, uma nova informação dentro da investigação sobre o acidente.

As autoridades ainda estão em buscar de encontrar a causa do acidente. Segundo eles, o piloto cometeu uma série de falhas ao sair da chamada “zona de proteção” e não seguiu os padrões do solo.

De acordo com os relatórios apresentados até agora, o processo não correspondeu às expectativas. Eles lembraram que o aeroporto de Caratinga, onde o avião vai pousar, não funciona com instrumentos. Portanto, é o piloto que faz contato visual com a pista.

Embora fosse reconhecido e experiente, não abordou adequadamente. Foi relatado que uma testemunha viu um movimento incomum antes que as linhas de energia fossem atingidas.

“Piloto não fez contato com demais pilotos questionando sobre procedimentos de pouso no local. É obrigatório? Não. Mas é comum. Piloto era experiente, mas nunca tinha pousado em Caratinga”, afirmou o delegado Ivan Sales, que foi nomeado para liderar a investigação da polícia civil.

A polícia também aguarda os laudos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). Uma vez que estes são enviados, a investigação pode ser concluída.

Marília Dias Mendonça nasceu no município de Cristianópolis no estado de Goiás em 1995. em 22 de julho. Marília cresceu em Goiânia e teve uma infância muito simples com sua mãe, Ruth Dias.

Ele nasceu como o sonho de sua mãe. Ruth queria muito ser mãe e parou de usar anticoncepcionais aos 26 anos. No entanto, a gravidez não foi tão fácil, mas Ruth não desistiu. Quando engravidou, teve pré-eclâmpsia e o risco de parto era alto.
A família de Marília frequentava uma igreja evangélica e seu talento foi notado ali. Começou a compor aos 12 anos e também continuou a tocar e cantar na igreja. Seu avô lhe pagava aulas de violão, e para sustentar a família dava shows onde ganhava cerca de 50 reais por show.
Vizinho  da casa ficava o bar da mãe, local que teve um papel  fundamental na trajetória musical de Marília. Para atrair clientes, Ruth ligou para a filha: pegue o violão e venha cantar. Entre a cerveja e as outras coisas, Marília cantava e de repente via muitas pessoas ao seu redor curtindo o som que ela fazia.